top of page

À conversa sobre aquele Sentimento

  • Foto do escritor: Natacha Cabral
    Natacha Cabral
  • 19 de dez. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 1 de jan. de 2021


Um dia encontrei um pássaro magnífico pousado num banco bem em frente aos meus olhos enquanto contemplava o infinito, então resolvi perguntar-lhe o que era o amor para ele.

- Amor é como voar, é sermos livres em todos os sentidos. Se me cortares as asas ou me fechares numa gaiola, deixarei de poder fazer aquilo que fui feito para fazer, tal como vocês, Humanos, se deixarem de ouvir o coração e virem apenas com os olhos, estareis muito longe de cumprir a vossa maior missão na terra e de usufruir do poder mais incrível que alguma vez vos foi dado sem terdes de pagar ou pedir.

- Que poder é esse?

- Amar sem limites. Sem restrições, sem receios e vergonhas, sem medos ou indecisões, sem esperar nada em troca, sem excessos ou defeitos, sem contemplar caras ou cores, línguas ou territórios, seres ou materiais, presente ou ausente, vivo ou morto.

- Estás a querer dizer que podemos amar na infinidade?

- Podem e devem. Hoje e sempre. O amor está nos gestos mais simples. Num sorriso, num bom dia, numa flor que brota e alguém que assiste, numa chávena de chá num dia gelado, num telefonema inesperado, num abraço sem razão de ser a não ser ela mesma, num presente que te ofereces, num elogio discreto, num cão que abana a cauda, no cheiro a bolo acabado de fazer pela tua mãe que te invade os sentidos, numa memória acedida que te faz cair uma lágrima.

- Dás-me a sensação que Nós ainda temos muito que descobrir sobre o amor, correto?

- Quando descobrirem o amor dentro de Vós, descobrireis o amor que vive em tudo e em nada.

 
 
 

Comentários


Post: Blog2_Post

Formulário de inscrição

Obrigado(a)!

©2020 por cenassoltas. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page