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Um hino à vida.

  • Foto do escritor: Natacha Cabral
    Natacha Cabral
  • 16 de dez. de 2022
  • 1 min de leitura

Tic Tac.

Ouço o relógio bater.

Senti o tempo por mim passar,

Mas nada puder fazer para o contrariar.


Fugiste-me!

Tentei te agarrar,

Mas foram vários os erros

E que tenho vindo a pagar.


Perdoa-me,

Mas não sei como te contornar.

Sei que dói lá dentro,

Muitas coisas que não pude evitar.


Quem sou eu?

O que fui?

O que foste para mim?

Tanto tempo passou e não consegui decifrar.


Mas, enquanto há tempo,

Há vida.

Estou vivo!

Não posso deixar passar!


Esfrego a cara,

Faço a barba e afasto as cortinas.

Vejo o sol raiar.

Que bom que é sentir o seu calor

E o abraço precioso para me reconfortar.


Não sei bem quem sou,

Nem tão pouco quem serei,

Mas agarro-me a ela

Com a esperança de poder um dia saber,

para quem alguém eu fui.


Dedicado a ti 💝


 
 
 

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