Ano novo, Eu novo.
- Natacha Cabral
- 1 de jan. de 2021
- 2 min de leitura

O livro abriu-se. Eis que podemos começar pela primeira página.
A boa notícia é que as páginas estão em branco e vamos ser nós o autor do mesmo.
Não é magnífico saber que podemos escrever sobre qualquer coisa? Podemos idealizar um romance, um thriller, uma comédia ou até uma história verídica que combine todos os estilos. Só temos de soltar a imaginação e dar corda aos dedos.
Das coisas mais incríveis que foram concedidas ao ser humano, mas também daquela que será porventura a mais mal compreendida, foi a sua capacidade de imaginar. Sem a mesma o mundo estaria condenado pois não haveria mais evolução, usando se me permitem, as palavras do filósofo Dugold Stewart. Àqueles que imaginam e sonham, a multidão chama-lhes de tolos, mas ainda bem que resta um “q” de loucura no mundo pois o que seria do preto se todos gostassem do branco?
No meio de tanta confusão, num ano que mais pareceu um campo de batalha virtual, gostava de vos dizer que os galos ainda cantam ao amanhecer e que o Sol sempre se mostra por entre as nuvens, ainda que tímido num inverno que parece não mais ter fim.
Que o primeiro dia do ano de 2021 seja o primeiro dia mais importante da vossa nova vida. Quando digo nova, digo renovada.
Renovada de coragem, bondade, fé, alegria, determinação e sonhos.
Só não confundam objetivos com sonhos, pois um carece de amor enquanto o outro transborda.
Procurem conforto bem dentro dos vossos corações e ousem.
Até já, em 2022!
P.s. - Podem até haver muitas tentativas de nos aniquilar mas fiquem a saber que serão sempre fracassadas, porque o amor sempre prevalecerá, enquanto que os testes serão sempre e só...testes.



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